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sábado, 10 de janeiro de 2015

Presentes de formatura

Vou usar esse blog para sua função primordial: como diário. Por que não? Oras, outro dia desses eu comento o que achei de Agent Carter e dos animes novos dessa temporada.

Eu fui com duas colegas (uma é residente junto comigo, a outra está fazendo o seu último estágio em um RH... ambas foram minhas colegas de estágio em 2013) comprar presentes de formaturas para outras amigas, conhecidas, colegas e estagiárias que estarão se formando na próxima semana. Foi muito engraçado, apesar de eu me sentir um pouco deslocado, mas eu fiquei feliz que pude contribuir para a escolha dos presentes. :)

Para a primeira colega, ela é uma guria muito tímida, mas super-legal. Eu até nunca tinha falado muito com ela, mas num happy hour que teve a gente sentou perto um do outro e acabamos conversando sobre vários interesses em comum (ela adora mangá, diga-se de passagem). Ela me contou que ganhou de presente para formatura uma viagem para a Europa. Por isso, a gente comprou para ela um cachecol bem quentinho para ela usar na viagem. Acho que ela vai gostar! hahaha Na mesma loja, as gurias que estavam comigo acharam luvas com uma estampa de panda e decidiram que nós três precisávamos de luvas de panda combinando. Elas compraram, mas infelizmente a luva não serviu em mim. :( Façam luvas de panda para homens também, Forever 21, please! 

...Só que não. hahaha As gurias aproveitaram e me deram um monte de dicas de lojas em que eu posso comprar um presente pra minha prima, que faz aniversário no final do mês, e pra minha irmã, quando o nosso aniversário chegar (é em maio). 

Também compramos uma garrafa d'água frescurenta, dessas que tem um filtro e sei lá o que para a outra colega, que é da fisioterapia. A única coisa que sabemos sobre ela (ela é muito reservada) é que ela é de Dom Pedrito (cidade pequena), adora academia e é super-ultra-mega religiosa. Uma das gurias pensou em darmos um artigo religioso para ela, mas eu me opus. Não me sinto a vontade comprando coisas religiosas. A outra colega disse que também não e se sentiria como se estivesse entregando uma pedra de crack para um viciado. Gente, como eu ri. Discordo dela (religião e drogas no mesmo patamar? Nops, posso ser ateu, mas não sou tão radical), mas achei o máximo. Garrafa d'água it is.

Depois, as gurias decidiram dar uma sapatilha para a outra colega. Depois uma bolsa minuscula e impossível de abrir para a outra colega. E, depois, uma das gurias que estava comigo disse que precisava comprar um vestido pra usar na formatura. Deixei as gurias na loja de roupa, porque eu fiquei cansado de andar de um lado para o outro (o Barra Shopping é gigante demais!). Então, peguei um livro de quadrinhos na Saraiva e fiquei lendo num cantinho. A versão quadrinhos "Azul é a cor mais quente" é bem legal. Não li todo, mas pretendo comprar uma hora dessas!

Finalmente, fomos comer. Fico feliz que essas duas colegas não sejam tão cheias de frescuras como algumas das minhas colegas de aula eram. Cada um de nós comeu um Subway e depois fomos tomar aquele picolé frescurento mexicano que está na moda aqui em Porto Alegre. Ambos estavam ótimos. Rimos muito e reclamamos sobre nossos respectivos trabalhos... Todo mundo tem reclamações, é fato.

Anyway, foi muito divertido. Acho que passar uma tarde no shopping com as gurias é muito diferente de sair com os guris, mas é divertido de qualquer jeito. Confesso que eu era muito preconceituoso. Talvez por ter estudado onde eu estudei, sempre tive colegas que eu sempre rotulei como "patricinhas fúteis" e nunca pensei em conversar melhor com elas. Essas duas colegas talvez pudessem ser rotuladas como patricinhas, mas, em função das experiências juntos no estágio, depois de conhecê-las melhor vi que são pessoas muito legais. Lamento que talvez eu não tenha sido aberto o suficiente para conhecer melhor outras pessoas antes. Preconceito é uma merda, independente da forma, tipo e jeito que ele se apresentar!

Eu, que até recentemente tinha pouquíssimos amigos, me sinto muito feliz por ser incluído nesse tipo de coisa, então aproveitei muito a experiência e aprendi bastante coisa. Estou bem animado para as formaturas e muito curioso para ver a reação das que vão ganhar os presentes. Espero que elas gostem! ^_^

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Loja de Guloseimas

Descobri esses dias um atacado só de balas, doces, salgadinhos… Essas bobagens em geral. É bem perto de onde eu trabalho e é a caminho da parada de ônibus. Parece que abriu não faz muito tempo. Muito legal!

Tinha de tudo lá: pacotões de balas de menta, milhopan, rapadura… O mais legal, acho, foi ver doces da minha infância. Eles ainda existem! Só porque sim, comprei alguns e levei lá para casa da minha tia-avó.

O primeiro deles era uma embalagem com mini-chicletes. Lembram desses? São chicletinhos pequenininhos de várias cores. Um só não faz nem cosquinha na boca. Eu colocava uns cinco ou seis, para ter alguma coisa para mastigar. Alguns amigos meus colocavam o pacote inteiro na boca e ficavam com aquela bola gigante de chiclete que mal dava para mastigar. Só pela onda. Hoje em dia anda mais fácil ver botons, canecas e outras coisas hipster com mini-chicletes desenhados do que os próprios mini-chicletes à venda.

Outra coisa que tinha lá era tipo umas mini-mamadeiras, que dentro tinha umas bolinhas de açúcar. Na minha infância, elas vinham em contêineres transparentes, em formato de ursinho, avião, carrinho, telefone… Enfim, o que você conseguisse imaginar! Como as bolinhas de açúcar são coloridas, elas davam a cor ao brinquedo. São super sem graça. Bolinhas doces e só. Ah, mas a magia da coisa é o que importa. Derretem na boca! São doces! São coloridas!!!

Mais uma coisa da minha infância: maria-mole na casquinha de sorvete. Tenho vontade de rir, porque esse doce é muito de armazém de interior (era na época que eu morava numa cidade pequena). A maria mole é super gostosa e costuma ser cor-de-rosa. Parece mesmo um sorvete. A casquinha que é daquelas mais simples que tem, quase sem gosto. E, olha que máximo, vem com um brinquedo! Em geral, bexiguinhas ou apitos. Essa que eu comprei veio com umas bexigas que eram duras para caramba. Foi difícil enchê-las de ar!

Também tinha aquelas pastilhinhas coloridas que são azedinhas. Tinha merengue de vários tipos (um era bem sequinho e com um gostinho de torrado, o outro, de outra marca, era suave e derretia na boca). Ah, também tinha aqueles chicletes de bolinha que tem uma carinha desenhada na embalagem! Tinha até aquele chocolate ruim em formato de guarda-chuva com gosto de cabo de pau de guarda-chuva…!

Foi muito legal ver que essas coisas ainda existem! Esses dias eu me senti muito velho quando vi uma enquete perguntando se já tinha assistido Sailor Moon e qual era sua personagem favorita. Não era meu desenho favorito (eu adorava Shurato e Guerreiras Mágicas de Rayearth nessa época), mas eu assistia com a minha irmã. Minha senshi favorita é a Sailor Júpiter e votei nessa opção rapidamente. Fiquei de cara quando apareceu o resultado da enquete. Quase metade dos votantes nunca assistiu ou leu Sailor Moon!!! Como assim?! Já é tão velho assim?! Ainda bem que está vindo o remake! Apesar de eu pessoalmente não ter curtido as versões novas, Saint Seiya Omega e Hunter x Hunter conseguiram conquistar mais fãs. Desejo a Sailor Moon o mesmo sucesso. 

sábado, 24 de maio de 2014

Tesouros nos Sebos: Slayers

Slayers foi um dos mangás que eu comprei casualmente na época que eu só comprava o que tinha nas bancas de revista. Achei até o volume 6 e depois nunca mais vi para vender. Só fui descobrir as maravilhas da internet e achar uma loja especializada alguns anos depois, mas nunca encontrei os demais números da série.

Esses dias, eu saí do hospital e fui almoçar no Subway, porque eu estava me sentindo rico e esfomeado. Na volta, de barriga cheia e estufada, passei na frente de um sebo que é especializado em revistas e resolvi entrar, para comprar algumas revistinhas de palavras cruzadas. Lá, eu vi que havia uma seção para quadrinhos e, surpreendentemente, mangás. Vi Eden, Peach Girl, Karekano, Naruto, e... Slayers. Estava na última prateleira, mas tinha uma prateleira inteira cheia de edições de Slayers.


Fiquei ajoelhado na loja, fuçando na prateleira. Estava fora de ordem e a maior parte eram edições repetidas dos mesmos números. Acabei achando alguns dos que faltavam para minha coleção: 7, 8, 10, 12, 13, 14, 15, 16 e 17. Fiquei pensando no dinheiro, já que eu ainda não recebi e já gastei uns bons trocados ao comer no Subway (se eu soubesse o que iria encontrar, não teria almoçado, com certeza!), mas resolvi comprar. Cada edição custou três reais. 

Algumas estão em melhores condições que as outras, mas, no geral, todas estão muito bem. Um dos lados da capa da edição 13 está meio desbotado e algumas páginas da edição 15 estão meio amassadinhas, mas tudo bem! O que importa é que consegui vários números de Slayers e agora minha coleção está quase completa! O problema é que os que faltam são os mais difíceis de encontrar... Até achei a edição 11, mas a edição 9 é quase impossível!


Quando eu sentar e ler, vou comentar sobre essa série no outro blog. As primeiras edições me divertiram muito, bem como o anime na época. Como eu acostumei com a dublagem brasileira, a versão original me irrita muito (a voz da Lina, especialmente), então vou ver se consigo achar em português uma hora dessas (eu! Dizendo isso!).