quarta-feira, 23 de julho de 2014

Andei assistindo: Shounen Hollywood

Eu tinha esquecido completamente que esse anime existia. Lembro que vi alguma coisa sobre antes de estrear a temporada e pensei em dar uma olhada, mas acabei esquecendo. Finalmente decidi assistir os três primeiros episódios de Shounen Hollywood.

Basicamente, a história se passa em um teatro, em que um grupo de rapazes está sendo treinado para se tornar o novo Shounen Hollywood, que há 15 anos era um grupo de ídolos muito famoso, mas que entrou em decadência e acabou terminando. 

Os dois primeiros episódios foram extremamente entediantes. Foram sobre os ensaios dos rapazes (e alguns dos ensaios foram difíceis de assistir, em função da crise de vergonha alheia. Especialmente quando eles estão ensaiando as catchphrases/bordões e as apresentações, cheias de poses e maneirismos). Com o terceiro episódio, descobri o principal motivo para que os dois primeiros fossem tão chatos: Kakeru. Ele é o protagonista da história (é o que parece, pelo menos), mas ele não tem personalidade alguma e esses dois episódios com ele como destaque foram chatos para caramba. 

No terceiro episódio, o centro da história é o Mii-chan. É mostrado mais sobre a vida dele, que, ao contrário do Kakeru (um mimado reclamando de barriga cheia), é órfão e é um grande fã de Shounen Hollywood. Provavelmente é o cara mais motivado com a coisa toda. Também nesse episódio aparecem os membros antigos/originais do Shounen Hollywood e, devo dizer, nos três minutos que eles apareceram, eles parecem muito mais interessantes que os membros atuais. Foi legal ver mais sobre o presidente da empresa, que é um dos personagens que eu mais gostei.

Pelo visto, o anime vai seguir enfocando um personagem por vez e mostrando um pouco mais sobre sua vida, para depois mostrar as coisas de ídolo. Do modo que foi montado, esse anime não é nem cômico de mais, nem dramático demais, nem nada demais. Diria que é quase realista em sua forma de ser, tendo alguns momentos de drama e comédia. O problema é que acaba sendo bastante maçante.

Vou seguir assistindo por mais alguns episódios, porque eu quero ver mais sobre o Kira, que vai ser no próximo episódio, mas não acho que vou acompanhar muito essa série. 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Andei assistindo: Noragami

Eu tenho o hábito de escolher um anime, série ou algo do tipo para assistir enquanto eu estou jantando. Até pouco tempo, eu estava assistindo The Big Bang Theory, mas aí acabaram-se os episódios e eu precisei de um substituto. Por acaso, ouvi falar de Noragami e resolvi assistir nesse esquema: um episódio por dia, durante a minha janta.

O problema é que Noragami é bom demais e um episódio por dia é pouco. Me controlei até o quarto episódio e fiz uma maratona depois. Muito, muito, muito bom!!! Um dos melhores achados dos últimos tempos. Depois de assistir ao anime, fui imediatamente ler o mangá. Uma hora dessas, irei comentar sobre lá no outro blog.

Em Noragami, temos o deus Yato. Ele é um deus menor, sem um culto estabelecidos ou seguidores. Como ele tem a ambição de ter o maior templo e o maior número de seguidores, ele acaba andando por aí realizando os desejos das pessoas em troca de módicos 5 ienes. Suas missões variam: de ajudar uma menina que sofre bullying até trocar a torneira de uma casa. Algumas delas, entretanto, envolvem exterminar Ayakashi (essas criaturas sobrenaturais que se alimentam de energia negativa) e para isso ele precisa ter uma Shinki. 

Shinki é a arma de um deus, originada do acordo entre deus e um espírito humano puro. O deus dá um nome ao espírito, que, em troca, se transforma em uma arma poderosa. Yato tinha Tomone como sua Shinki, mas por vários motivos (as mãos do Yato serem suadas um deles!) ela decide não servi-lo mais. Yato precisa, então, de um novo Shinki. 

Nisso, ele conhece Hiyori... Ou melhor, ele é salvo de ser atropelado por um caminhão por Hiyori, uma humana. Com a colisão, a alma de Hiyori fica separada de seu corpo e ela se torna uma meio-Ayakashi. Com seu corpo dormindo repentinamente e sua alma podendo vagar por aí, Hiyori pede que Yato a ajude. Ele enrola e enrola a coitada. Eventualmente, ele encontra um espírito humano e o transforma em seu Shinki, chamando-o de Yukine. Assim, temos nosso trio de protagonistas.

Boa parte do anime é sobre o relacionamento dos três, sobretudo a questão de Yukine não conseguir lidar bem com sua morte. Também entram em cena outros personagens: aliados, inimigos e a misteriosa Nora, uma shinki que pertence a vários donos.

Fiquei extremamente curioso para saber a origem da rixa entre Yato e a deusa Bishamon... No anime, isso não foi explorado, mas é o foco de vários capítulos do mangá. Espero que decidam fazer uma segunda temporada para o anime e abordem essas questões.

A arte de Noragami é linda. Gostei muito do design de todos os personagens e as cenas de lutas são ótimas. As músicas de encerramento e abertura são boas também, sendo que a abertura é viciante. Os seiyuus combinam muito com seus personagens, ficando o destaque para Yukine (dublado por Kaji Yuki, voz do Eren de Shingeki no Kyojin) e, é claro, para o Yato (dublado por Kamiya Hiroki, voz do Izaya de Durarara!!).

Minha única crítica é serem apenas doze episódios. Eu podia assistir Noragami para sempre sem enjoar! Não que seja a história mais original do mundo (pessoas se transformando em armas? Soul Eater mandou lembranças), mas Noragami é muuuito bem feito.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Andei assistindo: Gekkan Shoujo Nozaki-kun

Por uma recomendação, acabei dando uma olhada em Gekkan Shoujo Nozaki-kun. Esse anime me pareceu ser a comédia da temporada, mas não me chamou muita atenção. 

Sakura resolve declarar seus sentimentos por Nozaki-kun. Infelizmente, ele acaba entendendo mal o que ela quis dizer e lhe entrega um autógrafo e a leva para sua casa para ajudá-lo a finalizar um mangá. Assim, Sakura descobre que Nozaki-kun é Yumeno Sakiko, uma famosa autora de mangás shoujo. Apesar de seu pseudônimo feminino ser conhecido pela sutileza e sensibilidade, Nozaki-kun nem percebe os sentimentos de Sakura e parece não ter nem um pouco de senso comum.

Ele não esconde seu trabalho como mangaka na escola, mas pouquíssimos colegas sabem disso... Ou melhor, ele até contou para mais gente, mas ninguém acreditou! Um colega, Mikoshiba, também trabalha como assistente de Nozaki-kun. Achei esse personagem muito engraçado, porque ele tenta agir como galã da escola, apesar de ser tímido e morrer de vergonha pelas coisas que diz para as garotas (plus, ele é um tsundere!).

Também tivemos a aparição de uma amiga de Sakura, chamada Yuzuki. Ela, apesar de ter uma personalidade difícil (mais sem noção e rude que Nozaki-kun), possui uma voz linda... Assim como Mikoshiba inspirou Nozaki-kun a escrever uma personagem, Yuzuki também é fonte de inspiração.

Achei que é um anime engraçado, com um humor que funciona muito bem. Ainda, como plus, a arte é muito bonita! Adorei o design da Sakura e do Mikoshiba. Esse anime é outro daqueles divertidos da temporada.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Andei assistindo: Kuroshitsuji: Book of Circus

Eu assisti à primeira temporada de Kuroshitsuji e ignorei com todas as minhas forças Kuroshitsuji II. Também li o mangá e o acho fantástico. Sempre lamentei que o anime não cobrisse as sagas que eu mais gosto (o circo, os assassinatos na mansão e o navio com zumbis!!!). Felizmente, resolveram remediar isso, criando um anime para a saga do circo (e um OVA para o assassinato na mansão!!!).

O primeiro episódio, entretanto, foi muuuito entediante. Entendo que é necessário reestabelecer os personagens e apresentá-los à audiência, mas estou ansioso para ver, bem, o circo em si! O encerramento do episódio foi a melhor parte. Música muito legal e podemos ver os personagens do Circo! Yay!!!

Nesse episódio, foi o de sempre: Meyrin, Finnian e Bard fazem o caos, enquanto se preparam para um evento. Sebastian se mostra muito eficiente e resolve tudo, inclusive encontrando alguns assassinos que querem invadir a mansão. Descobrem que o visitante era um sacana. E... É isso. Sensação de que essa história já foi repetida um milhão de vezes em Kuro, não só no anime, como no mangá.

Naturalmente, vou assistir, porque sei que os próximos episódios ficam melhores. Aguardo ansiosamente para ver os personagens e ouvir suas vozes (o elenco de seiyuus parece muito bom!).

terça-feira, 15 de julho de 2014

Andei assistindo: Love Stage!!

Eu não gosto do mangá Love Stage!! e acho que é um dos piores trabalhos da dupla Zaou Taishi e Eiki Eiki. A arte da Zaou melhorou muito ao longo dos anos (sempre foi bonita e ficou cada vez melhor) e está muito bonita em Love Stage!!. O humor, sempre característica dos trabalhos dessas duas, também é muito presente. Só que Love Stage!! não funciona para mim.

O anime não foi diferente. Assisti ao primeiro episódio sem me empolgar muito. Elogios à equipe do anime, por terem adaptado tão bem a arte da Zaou Taishi. Os olhos do Izumi são hipnotizantes mesmo.

Nesse anime, temos Izumi, um estudante universitário que deseja ser um mangaka (apesar de não ter talento para isso). Ele é de uma família em que todos trabalham no show business: sua mãe é uma modelo/atriz famosa, seu pai é um ator/músico/produtor, seu irmão é músico... Mas Izumi evita essa vida de celebridade. Entretanto, quando criança, ele, vestido como menina, fez um comercial sobre casamentos ao lado de um outro menino e junto de seus pais. Dez anos depois, a marca que lançou o comercial deseja fazer uma nova versão - para comemorar os dez anos - e quer que as duas crianças, Izumi e o menino, voltem para estrelar o novo comercial. Izumi é convencido por seu irmão Shougo e seu produtor Rei a se vestir como noiva e participar do tal comercial. Lá, ele reencontra o tal menino: Ryoma, um ator muito famoso. 

Basicamente, também, é isso que acontece no primeiro episódio e também é só isso que eu sei sobre esse mangá (porque eu parei de ler logo que comecei a ler). Espero que melhore daqui para frente.

Entendo que a Eiki Eiki adore envolver seu irmão nos seus trabalhos e que o personagem do Shougo tenha sido inspirado pelo DAIGO, mas a voz dele não combina... E ele não é um bom seiyuu. Dizem que ele vai melhorar muito, mas só quero ver. O restante do elenco é bom e a abertura/encerramento são divertidos e carismáticos.

Talvez eu assista mais alguns episódios, só pela raridade de ter anime yaoi, mas não estou muito animado.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Andei assistindo: Ao Haru Ride

Ao Haru Ride é um dos melhores mangás shoujo que tem por aí atualmente (junto de Kimi ni Todoke e, porque não, Ore no Monogatari) e encontrou um bom sucesso no Japão. Uma adaptação em anime era esperada há algum tempo e esse primeiro episódio foi de altíssima qualidade.

Eu tenho um problema com esse mangá. Eu leio, acho ótimo e imediatamente esqueço do que se tratava. A última vez que eu li, lembro que tinha algo sobre o Kou ter uma amiga? Namorada? na cidade em que estava morando antes e por causa dela ele não podia ficar com a Futaba... Porque... Porque sim? Não lembro direito. E eu também não lembrava qual era o pontapé inicial do relacionamento dos dois, qual a premissa básica da história e quem são os outros personagens que dividem as capas com eles. Com o anime, com uma arte bonita, música agradável e vozes fantásticas - tanto para a Futaba quanto para o Kou - creio que não vou mais esquecer da história.

Yoshioka Futaba no ginasial tinha se apaixonado por Tanaka-kun. Ele é o único menino de quem ela gostou, porque, em geral, ela odeia garotos. Infelizmente, em função de desencontros e mal-entendidos, ela acaba não confessando seus sentimentos e os dois se separam quando Tanaka-kun vai morar, repentinamente, em outra cidade. Ela também começa a enfrentar hostilidade vinda de suas colegas, pois ela é bonita e os meninos se interessam por ela. Isso faz com que as meninas a excluam.

Assim, Futaba decide mudar completamente sua imagem e sua vida no ensino médio. Ela age de um modo vulgar e masculino, para que os meninos não gostem dela e suas amigas, assim, não tenham ciúmes dela. Vivendo dessa forma, ela reencontra Tanaka-kun, que agora tem o nome Mabuchi Kou. Ele diz que estava apaixonado por ela no ginasial, mas que as coisas mudaram e não vão voltar a ser a mesma coisa.

Esse começo foi bonitinho, adorável, divertido... E surpreendentemente triste, da metade do episódio até o final. Além disso, lembrei do quanto o Kou é um chato no início do mangá, mas, se eu lembro bem, ele vai ficando mais agradável conforme a história vai se desenrolando.

Não sou muito fã dos mangás que começam com uma desilusão amorosa (tipo Hana-kun to Koisuru Watashi, Skip Beat! e Strobe Edge, sendo que esse último é da mesma autora de Ao Haru Ride), mas acabo mudando de opinião quando as coisas são bem feitas. Por isso, aguardo ansiosamente para ver o restando de Ao Haru Ride. Talvez eu volte a ler o mangá em breve também (o problema é que eu estou ocupado com um projeto meu e não estou com tempo de ler um shoujo longo).

domingo, 13 de julho de 2014

Andei assistindo: DRAMAtical Murder

Dos animes dessa temporada que eu decidi assistir, esse foi o único que eu nunca entrei em contato com o material que o originou. Não joguei DRAMAtical Murder e, muuuito provavelmente, nunca vou jogar. Tentei jogar outro trabalho do Nitro+Chiral (sweet pool) e acabei profundamente traumatizado. Mas eu conheço outros trabalhos desse grupo, por causa dos mangás e das adaptações em anime. 

DRAMAtical Murder, diz a lenda, assim como Togainu no Chi, outro dos trabalhos do Nitro+Chiral, tem a capacidade de se sustentar apenas por sua história, mesmo que tenha sido adaptado de um jogo BL. No caso de Togainu no Chi, foi justo isso que tentaram fazer: para atingir a um grande publico, deixaram o BL de lado e focaram na história apenas. Mas acabou não dando certo por outros problemas (se embananaram na narrativa). Por isso, eu fico preocupado a respeito de DRAMAtical Murder.

Só por esse primeiro episódio? Sei lá, apresentaram várias informações e mostraram (nem que por um breve segundo) todos os personagens relevantes para a trama. 

A história se passa no futuro, em que existe um jogo virtual de luta chamado "Rhyme", que é extremamente popular. Para participar do tal jogo, as pessoas usam "AllMates", uma espécie de computador em forma de um robô (em geral, em forma de animal). Também tem umas gangues que costumavam jogar um outro jogo e são contrárias à existência do Rhyme. Ah, e dizem que algumas pessoas perdem a consciência de si ou simplesmente desaparece em função do Rhyme. Ok, acho que isso é tudo. Tá.

Aí temos o Aoba, que vive uma vida comum e mora sua avó. Algumas pistas são dadas que ele tenha participado de uma gangue anteriormente e que agora tenta viver de forma "limpa". Ele não joga o Rhyme, mas, no final desse primeiro episódio, se vê obrigado a participar de uma disputa de Rhyme contra um misterioso desafiante. É claro que ele vai acabar envolvido nessas coisas tensas que estão acontecendo e vai ter de investigar e tal.

Esses caras que aparecem rapidamente no anime - Clear, Mink Noiz e Koujaku - constituem os quatro personagens que você pode se envolver romanticamente no jogo. Estou curioso para ver como vão desenvolver. Será que vão fazer a "one true route" em que o personagem fica com o par ideal (tipo em Gakuen Heaven, o protagonista fazendo a rota do Kazuki no anime)? Ou será que vai ficar no chove não molha, mas implicando que há um favorito (tipo Uta no Prince-sama, em que todo mundo sabe que a Haruka ficaria com o Tokiya, mas também não ficou)? Ou será que vai ser a rota "neutra", em que todos os personagens tem, em tese, o mesmo espaço (tipo Brothers Conflict)? Ou será que, simplesmente, dane-se as rotas e vamos contar a história, que os personagens não importam?

Não me interessei muito por DRAMAtical Murder, mas vou continuar assistindo para ver onde que vai dar.

Ah, e pessoas que dizem que a história de DRAMAtical Murder é extremamente original e fantástica, nunca feita antes, nossa que jogo ótimo, só tenho algumas palavras para vocês: Chobits, Angelic Layer, Psycho-Pass, 1/2 Prince... Pode até ser original em termos de jogo BL com história, mas, nah, esse conceito base não é novidade. Por isso quero ver como vai se desenvolver, para ver se há tanto motivo para o hype.